O vento nobre caminha
Por toda escuridão.
Por sob a lua nasce
Um céu de estrelas no chão.
Preguei cataventos no solo
E pedi aos céus que mandassem
Seu vento puro
E que afastassem
Minha imprecisam.
No giro
De pétalas de rosa
Tentei encontrar
Minha sanidade
Nos vôos de um balão.
Sob a lua
Um chão de cataventos
Carregam tormentos
Que já não são em vão...
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