Fui ao inferno e demorei a voltar
O céu parece ter mudado de lugar
Minha terra prometida
Minha flor de baunilha...
Eu sangrei até a morte
Caí em abismos sem sorte
Mas do meu sangue brotou
Semente sementes de fogo...
Agora vejo o mundo abissal
Espíritos me cercam
Meus olhos enxergam o mal
Que cerca teu coração.
Se pudesse te contaria mil segredos
Que não são meus.
Mas meus lábios sempre se calam
Na parede escurado quarto.
Mil anjos me escoltam
Mil mensageiros
Me trouxeram até você.
Saí do inferno mas choro
Por quem permanece
Em ombros esqueço a dor
A distância de ti me enfurece, mas...
Meu sangue cai. Meu corpo fenece
Mas permanece um amor
Que nunca morre.
Saí do inferno por ti
Abri minhas asas de amor
Então quero acordar
Enfrentando mausoléus.
Mando os mortos insepultos
Pra longe dos corações e então
Meu pranto cai
Meu sorriso se esvai.
Sou atormentado por mil pesadelos.
Mil livros se escrevem sozinhos em sonho
E em teus braços
Terra prometida...
Posso finalmente adormecer um pouco?
Três amigos escrevendo tolices. Até onde somos realmente tolos? Até onde podemos ir? Sem pensar demais, apenas alguns textos...
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Carura
Quero fazer teu sorriso brotar
Quero entregar meu coração.
Quero enfrentar o céu nublado.
Quero enfrentar todo o martírio
Para estar com você.
Vou derrotar os trovões
Reconstruir corações
Salvar inimigos mortais
Abandonar minha paz
Tudo se preciso for
Pelo calor de um sorriso seu.
Flávia, quero acordar
Quero voar pelos céus com você
Quero perder e encontrar
Minha sanidade
Quando estiver com você.
Não vou partir jamais
E sei que serei capaz
De germinar
Sorriso nos lábios teus.
Então, acalma meu coração.
Cai em meus braços
Que eu apago os traços
Da nossa solidão.
Deixeu te fazer feliz
Afastar a escuridão
Deixa meu coração
Ter o que sempre quis
Ter sempre você aqui.
Nunca vou desistir
Desse meu grande amor.
E quando a dor vier
E quando o choro for
Vou esconder a dor
Por mil armaduras de amor
Só pra te proteger
Só pra te encantar
Serás minha belo flor
Única perfumar
Única a apagar
Meu estigma sofredor.
Venha preu te ninar
Vem logo me encontrar
Que minha saudade mata
E meu lábio desperta
Cheio do seu ardor
Que vai sempre gritar
"Flávia"...
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Rata
A semana corre,
Não o suficiente
Não entente
Que preciso de você aqui.
Milhares de desafios
Me levam a crer que tudo mudou
Mas luto ainda, de peito erguido
Qual será o sentido.
Se meu corpo nu não colar no teu?
Sinto teu desejo por mim
E me sinto ainda mais carente.
Quero o teu toque aqui
Antes que fique demente
Não me deixe morrer de desejo.
Abra porta, então
Que entro silenciosa
Se precisar deixo de respirar
Só pelo silêncio do toque do teu corpo.
Morro todo dia um pouco
Não espero mais a esperança.
Falta pouco, falta muito
Cada dia é um tormento, desespero...
Ai...
Não o suficiente
Não entente
Que preciso de você aqui.
Milhares de desafios
Me levam a crer que tudo mudou
Mas luto ainda, de peito erguido
Qual será o sentido.
Se meu corpo nu não colar no teu?
Sinto teu desejo por mim
E me sinto ainda mais carente.
Quero o teu toque aqui
Antes que fique demente
Não me deixe morrer de desejo.
Abra porta, então
Que entro silenciosa
Se precisar deixo de respirar
Só pelo silêncio do toque do teu corpo.
Morro todo dia um pouco
Não espero mais a esperança.
Falta pouco, falta muito
Cada dia é um tormento, desespero...
Ai...
Rata
Sei que não adianta te pedir
Pra deixar a porta aberta.
Sei que não posso entrar agora.
A vida me parece
Tão traiçoeira
Eu me vejo feito rata
Em ratoeira
Esperando você.
A semana corre,
Não o suficiente
Não entente
Que preciso de você aqui.
Milhares de desafios
Me levam a crer que tudo mudou
Mas luto ainda, de peito erguido
Qual será o sentido
Se meu corpo nu não colar no teu?
Sinto teu desejo por mim
E me sinto ainda mais carente.
Quero o teu toque aqui
Antes que fique demente
Não me deixe morrer de desejo.
Abra porta, então
Que entro silenciosa
Se precisar deixo de respirar
Só pelo silêncio do toque do teu corpo.
Morro todo dia um pouco
Não espero mais a esperança.
Falta pouco, falta muito
Cada dia é um tormento, desespero...
Ai...
Pra deixar a porta aberta.
Sei que não posso entrar agora.
A vida me parece
Tão traiçoeira
Eu me vejo feito rata
Em ratoeira
Esperando você.
A semana corre,
Não o suficiente
Não entente
Que preciso de você aqui.
Milhares de desafios
Me levam a crer que tudo mudou
Mas luto ainda, de peito erguido
Qual será o sentido
Se meu corpo nu não colar no teu?
Sinto teu desejo por mim
E me sinto ainda mais carente.
Quero o teu toque aqui
Antes que fique demente
Não me deixe morrer de desejo.
Abra porta, então
Que entro silenciosa
Se precisar deixo de respirar
Só pelo silêncio do toque do teu corpo.
Morro todo dia um pouco
Não espero mais a esperança.
Falta pouco, falta muito
Cada dia é um tormento, desespero...
Ai...
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Prisma
Capturei um arco-íris.
Sentado no escuro
Quando a luz partiu-se
Pelo prisma de minhas lágrimas.
Capturei um arco-íris.
De um raio de luz desconhecido.
As estrelas se levantaram no céu.
Derrubei as paredes com uma canção
Que não foi ouvida por ninguém.
O céu que se abriu era triste
Mas eu estava livre.
Se eu der um passo à frente
Meu arco-íris se partirá?
Há dias de sol em meu coração,
Mas há dias de treva também.
De onde vem a luz
Que ilumina minhas lágrimas?
Por quanto chão já chorei
Antes de achar a saída?
Músicas românticas de rádio
Me fazem acordar triste.
Uma fogueira acesa no quintal
Me revela o futuro desconhecido.
Num céu que não existe mais
Escrevo histórias de amor.
O dia e a noite nascem
Sem que eu alcance aquele sonho.
A manhã fria fenece
E a luz do dia raia.
Meu coração que falha
Me pergunta o que há por vir.
Eu não sei.
Apenas capturei um arco-íris
Do prisma de minhas lágrimas.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Grito sussurrante
Há um grito sussurrante
À espreita do fim do dia.
Se eu ficar cego
Pronde vai meu coração?
Há um grito sussurrante
Um gemido exasperante
Perscrutando toda noite
Invadindo meus ouvidos
Me deixando insano.
Há um grito sussurrante
Que não passa nunca
Há um grito sussurrante
Que me gela a nuca
E me acorda à noite.
Ao acender da luz
Me espanto.
As formas me devoram.
Volto a dormir
Agoniado...
À espreita do fim do dia.
Se eu ficar cego
Pronde vai meu coração?
Há um grito sussurrante
Um gemido exasperante
Perscrutando toda noite
Invadindo meus ouvidos
Me deixando insano.
Há um grito sussurrante
Que não passa nunca
Há um grito sussurrante
Que me gela a nuca
E me acorda à noite.
Ao acender da luz
Me espanto.
As formas me devoram.
Volto a dormir
Agoniado...
Hoje
Acordei
Abri a porta quando o sol saiu.
Hoje estou pensando
Só no hoje.
Hoje estou sonhando
Só com hoje.
Estou cansado
Mas é bom nem ligar.
Acordei sem saber
Onde devo estar.
Como um panqueca doce.
Jogo meu jogo preferido.
Imagino onde irá
Meu coração.
Rezo pra manhã não acabar
Rezo pro céu não nublar
Rezo pro tempo não passar.
Hoje eu vou
Viver o hoje.
Hoje eu vou
Sonhar com hoje.
Porquê só hoje
Me interessa hoje
E quero ver onde hoje me leva
E quero me deixar levar com calma.
Hoje...
Abri a porta quando o sol saiu.
Hoje estou pensando
Só no hoje.
Hoje estou sonhando
Só com hoje.
Estou cansado
Mas é bom nem ligar.
Acordei sem saber
Onde devo estar.
Como um panqueca doce.
Jogo meu jogo preferido.
Imagino onde irá
Meu coração.
Rezo pra manhã não acabar
Rezo pro céu não nublar
Rezo pro tempo não passar.
Hoje eu vou
Viver o hoje.
Hoje eu vou
Sonhar com hoje.
Porquê só hoje
Me interessa hoje
E quero ver onde hoje me leva
E quero me deixar levar com calma.
Hoje...
sábado, 7 de setembro de 2013
Dias de Flávia
Dias sem Flávia
São dias tristes de pesadelo.
Dias sem Flávia
São insípidos momentos.
Dias sem Flávia
São tormento, tortura...
E em todos os pensamentos
Me encontro com Flávia
Em todos os sonhos
Me ponho diante de Flávia
Em mil devaneios
Em milhões de desejos
Afetos e encantos,
Imagino Flávia...
E quando a voz dela me vem
A desavença entre mim
E o meu coração piora.
Ele implora
Minha inconsequência
Perante Flávia.
E minha dor só passa
Com o fim da semana que vem,
Onde todas as rotas
Me levam à Flávia
E descanso feliz
Em teus braços quentes
Para logo ir embora
Para logo me perder
Na saudade que é
A semana sem Flávia.
São dias tristes de pesadelo.
Dias sem Flávia
São insípidos momentos.
Dias sem Flávia
São tormento, tortura...
E em todos os pensamentos
Me encontro com Flávia
Em todos os sonhos
Me ponho diante de Flávia
Em mil devaneios
Em milhões de desejos
Afetos e encantos,
Imagino Flávia...
E quando a voz dela me vem
A desavença entre mim
E o meu coração piora.
Ele implora
Minha inconsequência
Perante Flávia.
E minha dor só passa
Com o fim da semana que vem,
Onde todas as rotas
Me levam à Flávia
E descanso feliz
Em teus braços quentes
Para logo ir embora
Para logo me perder
Na saudade que é
A semana sem Flávia.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Porta aberta...
E
Se eu disser que não há tempo
Pra mais nada.
Se eu disse que essa espera é um tormento
A madrugada
Não passará mais rápido, não.
E
Seu quiser tua atenção todo momento
Vou parecer
Algum tipo de chato de galochas
Deixo transparecer
O meu amor que sempre quer te ver de volta
Abre a porta
Abre a porta, meu amor, que quero entrar.
Na tua vida,
E te trazer pra minha só pra você ver
Como a saudade
Me consome, me engole, me sacode
Me inquieta
Tanto que deixo eternamente
A porta aberta
Pra te ver chegar...
Se eu disser que não há tempo
Pra mais nada.
Se eu disse que essa espera é um tormento
A madrugada
Não passará mais rápido, não.
E
Seu quiser tua atenção todo momento
Vou parecer
Algum tipo de chato de galochas
Deixo transparecer
O meu amor que sempre quer te ver de volta
Abre a porta
Abre a porta, meu amor, que quero entrar.
Na tua vida,
E te trazer pra minha só pra você ver
Como a saudade
Me consome, me engole, me sacode
Me inquieta
Tanto que deixo eternamente
A porta aberta
Pra te ver chegar...
Papal de parede
Não é como se eu fosse fingir
Que não estou nem aí.
Não é como se eu fosse acreditar
Em tudo o que ouvir.
Não como se o silêncio escondesse
Palavras em flor.
Não é como se não devesse
Dizer a verdade.
Não é como se eu nunca me magoasse.
Não é como se eu sempre escondesse
Meias verdades.
Quero palavras escrachadas
Jogadas na parede em vermelho brilhante.
Quero explorar meus medos
Invadir meus pesadelos
Escruciar a dor lancinante
Das incertezas.
Não é como se tudo fosse
Ficar bem com um sorriso.
Não é como se fosse capaz
De fingir que é só isso.
Eu quero tudo.
O que mais o mundo me dará?
Quero tudo.
Quero saber onde vou parar
Agora que saí do escuro.
Quero encontrar verdades completas
Seletas em latas
De mil calorias.
Quero encontrar
Respostas exatas
Repetidas mil vezes
Em noites de dor
E então
Colorir meu coração
Com cores verdadeiras
Com as cores zombeteiras
De noites de amor...
De noites de amor...
De noites de amor...
Que não estou nem aí.
Não é como se eu fosse acreditar
Em tudo o que ouvir.
Não como se o silêncio escondesse
Palavras em flor.
Não é como se não devesse
Dizer a verdade.
Não é como se eu nunca me magoasse.
Não é como se eu sempre escondesse
Meias verdades.
Quero palavras escrachadas
Jogadas na parede em vermelho brilhante.
Quero explorar meus medos
Invadir meus pesadelos
Escruciar a dor lancinante
Das incertezas.
Não é como se tudo fosse
Ficar bem com um sorriso.
Não é como se fosse capaz
De fingir que é só isso.
Eu quero tudo.
O que mais o mundo me dará?
Quero tudo.
Quero saber onde vou parar
Agora que saí do escuro.
Quero encontrar verdades completas
Seletas em latas
De mil calorias.
Quero encontrar
Respostas exatas
Repetidas mil vezes
Em noites de dor
E então
Colorir meu coração
Com cores verdadeiras
Com as cores zombeteiras
De noites de amor...
De noites de amor...
De noites de amor...
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Má sorte
Hoje
Parece que tudo vai dar errado
Não queria me sentir tão chateado.
Muito menos tão morto de cansado
Como estou.
Essa semana,
Cada vitória me derrubou na cama
E as más notícias parecem que não tem fim.
Eu queria que a chuva voltasse
Só pra eu dormir um pouco mais.
Se pudesse
Hoje afundaria num buraco
Fugira pruma ilha em um barco
E levaria só o meu amor
Só o meu amor....
Mas então,
Sai sempre, sempre uma besteira
Minha boca até parece zombeteira
Castigando todo mundo ao meu redor.
Isso é o pior.
Hoje
Queria que as coisas fossem melhores.
Queria me sentir mais confortável
Queria o mundo um pouco mais afável.
Mas acho que não dá...
domingo, 1 de setembro de 2013
Barricadas
Queria estar em nossa casa
Deitada com você.
Fazendo chamegos bobos
Em teu pescoço.
enquanto te vejo adormecer.
Queria que a manhã
Nunca acabasse
E que viesse algo que sanasse
A dor que eu sinto de não te ver.
As convenções que nos separam
Escancaram a falsidade do mundo.
Uma cidade nos separa
E eu sinto como se fosse tudo
Um milhão de barricadas morais
A nos deixar distantes
Dos desejos, e amores,
Das estantes de livros
Do nosso lar.
Um milhão de barricadas morais,
Consequências surreais,
A impedir nosso amor.
E eu me sinto só
Ao não acordar ao teu redor
A ficar nessa tristeza
De estar sem teu calor
Então me vou
Pra me contentar
Em te encontrar
Só pra depois partir e chorar
De solidão pela noite.
Deitada com você.
Fazendo chamegos bobos
Em teu pescoço.
enquanto te vejo adormecer.
Queria que a manhã
Nunca acabasse
E que viesse algo que sanasse
A dor que eu sinto de não te ver.
As convenções que nos separam
Escancaram a falsidade do mundo.
Uma cidade nos separa
E eu sinto como se fosse tudo
Um milhão de barricadas morais
A nos deixar distantes
Dos desejos, e amores,
Das estantes de livros
Do nosso lar.
Um milhão de barricadas morais,
Consequências surreais,
A impedir nosso amor.
E eu me sinto só
Ao não acordar ao teu redor
A ficar nessa tristeza
De estar sem teu calor
Então me vou
Pra me contentar
Em te encontrar
Só pra depois partir e chorar
De solidão pela noite.
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