Com um machado em um grito
Quebrei minha espada
Estilhacei a adaga
Que me conduzia na guerra.
Lave a armadura suja de sangue!
Lave a armadura suja de sangue!
Já não espero o pior.
Abro minhas asas e quero voar.
Danço uma dança
Que não é de confronto
Encontro, em vários sorrisos
A o começo da paz.
Sinto medo e frio,
Não pelo começo da batalha
Mas pelo fim
Duvido, se saberei viver.
Mesmo assim
Com um machado e um grito
Reduziu-se a pó
A guerra em meu coração.
Todo mal em minhas mãos
Foi perdoado.
Fui resgatado.
E repudio a solidão.
Êpá, Êpá. Bàbá
Grita meu espírito
Que se levanta
Sem fitar o abismo.
Que as canções do passado
Enterrado, encardido
Desmoronem
Ao meu sorriso
Sou agora homem
Ah, forte
Como o anjo
Como o príncipe.
E meu grito
Não é de morte
É liberdade.
Liberdade...
Por toda vida.
Três amigos escrevendo tolices. Até onde somos realmente tolos? Até onde podemos ir? Sem pensar demais, apenas alguns textos...
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sábado, 31 de dezembro de 2011
Falta...
Se meu coração
Bate em carreira desabalada
É que não amo
Nem sou amada.
Meu coração
Suplica
Qualquer ato
Que implica
Em carinho.
Sou incompleta
Entristecida
Enegrecida
Pela falta
Do outro.
E nesta cama
Onde só, me deito
Meu peito
Descabido
Dentro de mim
Anceia
Por uma paixão.
E se vivo
Hoje
Com sorriso
É por ter amigos
Que me amparam
Com outros tipos
De amor.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Diógenes: Sonhos Universitários
–Escutem. Eu disse, diante dos três exorcistas e da bruxa smurf. Eu consegui triangular três possíveis suspeitos. Um aluno, um professor e um funcionário. O professor é o que tem as maiores probabilidades. Segundo consta, ele é filho da mãe com o padrinho, ela veio para a cidade fugindo do marido, quando ele ainda era criança. Recentemente ele retornou à sua terá natal para tentar fazer as pazes com a família. Foi mal recebido. O lugarejo tem menos de mil habitantes, eles são extremamente supersticiosos, tacharam ele de lobisomem e a confusão mental deve ter contribuído para a ação da má realidade...
–Possessão demoníaca. Corrigiu o Padre Lucas. Eu apenas entrei na onda:
–Desculpe, possessão demoníaca. Por sorte, na sua região corre a lenda de um fazendeiro que parou um lobisomem com um chicote de arame farpado. Eu fiz um. Sei que não é fácil de manusear, mas eu consegui usar alguns tipos de arame especial na composição. Padre Hilário conseguiu esses para mim do muro de uma igreja. E como o senhor é o mais forte, Padre, eu gostaria que o usasse. O peso na ponta vai ajudar no manuseio.
Padre Hilário pegou o chicote, o girou três vezes no ar e afundou o peso em uma árvore. Assustador.
–O estudante, tem o caso mais misto. No lugarejo onde ele nasceu, tem muitos imigrantes. Eles acreditam que a possessão vem da mordida por lobo, mas também acreditam na transformação somente às sextas. Porém, eles também acreditam que somente prata e um exorcismo podem pará-lo. Padre Pedro, acredito que tenha trago pontas de prata, sei que é precavido.
De má vontade, ele me mostrou algumas flechas.
–Acredito que você seja o único a conseguir atacar à distância, então, você pode pará-lo com uma flecha no tendão de Aquiles e aí nós daremos um jeito de exorcizá-lo. Acredito que o Padre Lucas seja o mais experiente nesse assunto, por isso pensei em organizar os times em Hilário e Maria. Ele é forte, e capaz de concentrar a atenção do lobisomem. E como ela usa magia, pode simplesmente se esconder e se defender. Pedro e Lucas, para que um atue à distância e o outro possa conduzir o ritual rapidamente. Sei que todos têm uma bíblia em latim, então acho que essa parte não será difícil. Todos os lobisomens são católicos. E, curiosamente, cada um usa uma entrada diferente pra chegar na universidade.
–E quanto ao terceiro? Ao funcionário? Padre Pedro perguntou, desconfiado. Eu apenas dei um sorriso sem graça e disse:
–Ele torce as roupas ao se transformar, rola em fezes de algum animal e se transforma. Eu vou cuidar dele sozinho. Não sou muito forte, minhas táticas não são de batalha, são de rastreamento. Eu uso uma espada por azar do destino, He, He. Também não posso usar magia, então eu vou seguir o homem bem antes dele se transformar, distorcer e rezar pra dar certo.
Padre Pedro deu um sorriso irônico, Padre Lucas aquiesceu e Padre Hilário não esboçou reação alguma. Maria apenas olhava, curiosa.
–Todos concordam? Perguntei.
Padre Pedro quis dizer alguma coisa, mas foi interrompido por Padre Lucas:
–Nós aceitamos. Mas tenha ciência de que, se falhar, deve pedir assistência a um de nós. Por mais que seja neto de um bom caçador, ainda é inexperiente.
–Fique tranqüilo, eu disse, o que eu sei fazer de melhor é fugir.
–Ok então. Exorcistas, separem-se. Diógenes, que Deus esteja convosco.
Eles desapareceram na mata da faculdade, se espalhando pelas entradas, como se a conhecessem à milênios. Enquanto eu me dirigia à Faculdade de Veterinária.
Em primeiro lugar: professores universitários são céticos. Não costumam acreditar em nada. E, numa cidade pequena onde as pessoas dificilmente levam algo à sério, a má realidade não atua com muita força. Segundo lugar: mordida de lobo? Esses caras eram idiotas? Lobo guará é a única espécie encontrada no interior do estado e eles não são afetados pela má realidade. Um lobo europeu teria que vir nadando pra morder o idiota.
Foi um mês de pesquisa, com todo acesso garantido pelos exorcistas. Um mês sem aulas, telefonando, pesquisando, perguntando, infiltrando, até descobrir o lobisomem certo. Um funcionário que havia chegado do interior, trabalhava na faculdade de veterinária, tratando dos animais de pesquisa. Sétimo filho com seis irmãs. Na cidadezinha onde vivia atacou apenas vacas, e era isso o que fazia, atacava vacas. Os padres não tinham a menor intenção de deixá-lo viver. Os Exorcistas também são conhecidos como “A Inquisição”. Ninguém sobrevive. São executores. A maioria das pessoas que caem sob o efeito da má realidade não são possuídos, apenas estão fracos, sua mente está fraca. Mesmo assim a taxa de sobrevivência nos casos dos exorcistas é de quase zero. Pesquisei casos antigos, consultei alguns livros (os poucos que meu avô não levou embora). Mesmo sendo jovem e arrogante eu tentei não ir despreparado para o que viria. Eu não podia deixar que matassem o lobisomem. Não podia deixar que matassem um ser humano. Eu me sentia o próprio Batman.
Assim que notei que haviam se afastado, corri para o lugar onde havia encontrado as pistas da transformação. Restos de roupa, merda de vaca e tudo mais. Sabia disso a pelo menos uma semana. Mas continuei pesquisando, inventei aquela merda de três alvos, todos eles fundamentados. Digamos que eu transformaria os Exorcistas em um grupo de idiotas. Ou pelo menos era o que eu achava que riria fazer antes de aparecerem a merda dos poréns...
Em primeiro lugar: quando cassarem a porra de um lobisomem, não se aproxime dizendo:
–Carlos, pare, eu sei o que você é!
Em noites de lua cheia, eles perdem o controle. Ele já estava nu, com a roupa torcida, com os sete nós. Se eu tivesse chegado de fininho e...
Em segundo lugar: pentagramas só param lobisomens que sabem que podem ser parados por pentagramas. Como brasileiro dá jeitinho em tudo, até as lendas ficam capengas. Então nada pôde pará-lo quando ele pulou em cima de mim e me nocauteou.
Em terceiro lugar: desfazer os nós só dá certo se eu estiver diante dele. Ele tem que ver. Então, quando ele me derrubou, no meio da transformação e saiu correndo, eu só tive tempo de me levantar, pegar as roupas (incluindo a porra de uma cueca suada) e ir atrás daquele filho da puta antes que os Exorcistas o achassem.
Correndo feito um louco, tentando achar o rastro dele nas árvores, tentando ouvir algum barulho, eu só pensava: puta merda, ele não tentou me matar! Ele não era mau. Se os exorcistas chegassem antes, ele estaria morto. Eu sabia que o lobisomem provavelmente iria para a clareira, mas por qual caminho? E como fazer ele parar? Ele se movia tão rápido que eu não sabia se o farfalhar das folhas vinha dele ou do vento. Tudo o que eu podia pensar era em correr e chegar na frente. Com o guarda-chuva na mão, suando feito um porco, correr era o que eu podia fazer no momento. Até ouvir o ganido do cão ferido, a apenas alguns passos de distância.
Mudei de direção, sempre correndo, seguindo o som dos ganidos. Rezando para que ainda houvesse tempo. Onde eles estavam? Onde? Onde? Quando eu soube a resposta, estava entre um lobisomem caído e uma jovem bruxa com as mãos estendidas. Só tive tempo de largar as roupas no chão e me jogar na frente dele. De braços abertos. A rajada de vento que me pegou me encheu de cortes finos. Senti apenas o calor do sangue jorrando, por todo o meu corpo e a dor.
Vocês sabem quando a gente erra e dá aquele suspiro assustado, tipo “rãããã”? Foi isso o que a garotinha fez, ao ver o meu corpo ferido, minhas roupas rasgadas. E mesmo assim eu estava de pé. Atrás de mim, o lobisomem não parecia em melhor situação. Com certeza ela já o tinha acertado antes. Aquele seria o golpe de misericórdia.
Ao lado dela os três exorcistas me olhavam. Pedro e Lucas sorriam, mas Hilário parecia tenso. Ele havia me avisado.
–Você realmente pensou que nós não iríamos conferir sua informação? Disse o padre Lucas. Você é como me dissera: jovem, inteligente, forte e tolo. Seu avô é mais esperto. Você realmente acreditou que deixaríamos você salvar essa manifestação demoníaca? Realmente achou que seguiríamos seus planos à risca? Você é tolo! Foi necessário apenas te dar espasso, deixar você caminhar e te seguir. Saia da frente e nos deixe terminar o serviço.
–Não. Foi só o que consegui dizer, enquanto abria o guarda chuva e bloqueava a flecha que veio em minha direção.
–Sua inteligência é notável. Eu não teria conseguido achar o lobisomem de maneira tão rápida. Provavelmente estaria montando campanha durante o mês todo. Você nos poupou tempo, nos poupou estudo. Continuou Lucas. Também tem um ótimo preparo com essa espada estúpida. Mas somos três contra um.
–Não consegue lutar sozinho, sua carpideira maldita?
Ele apenas riu.
–Eu não perco meu tempo com lixo como você. Não preciso. Maria, mate os dois. Provavelmente o hereje também está possuído. Talvez esteja tendo relações bestiais com a fera.
Eu duvido que a menina soubesse o que eram relações bestiais, mas acho que não fez diferença alguma quando ela levantou as mãos para uma nova magia. O ar ficou pesado começou a vibrar, meus olhos iam dela para o Padre Pedro. Qualquer um ali podia me matar.
–Maria, eu disse, tem certeza que quer levar para o túmulo o pecado de ter matado um homem?
Ela parou de repente, baixou as mãos, confusa. Olhou para os padres. E foi só nessa hora que eu percebi que Padre Hilário não estava mais lá. Padre Pedro concentrou minhas atenções com a flecha, meus olhos estavam focados nele e na menina, eu não vi o grandão se mover. Se eu me mexesse, uma nova flecha viria, se eu ficasse parado, Hilário ou a menina me pegariam. Atrás de mim, o lobisomem agonizava. O quão ferido ele estava? Minha cabeça pensava em milhões de coisas ao mesmo tempo. Eu era novo e confuso. Era a primeira grande crise que eu enfrentava sozinho.
–Maria, mate estes seres bestiais! A ordem fez com que a menina se levantasse oura vez as mãos. Senti o vento se agitar mais uma vez ao meu redor. Eu ia morrer. Pelo menos meus irmãos iam parar de brigar pelo apartamento.
Ela começou a murmurar algumas palavras, seus olhos estavam assustados. Ela ia matar duas pessoas. Merda, ela tinha oito anos. Que tipo de filho da puta é capaz de uma coisa dessas? Por isso Hilário havia me avisado. Eles não prestavam.
–Agora, o irmão Lucas disse, diante da minha morte iminente, seu avô vai pagar o preço por ter tirado de nós o que não devia.
Eu não sabia da relação do meu avô com os exorcistas. Tudo o que eu sabia era que eu não queria morrer. Senti uma lágrima descer pelo meu rosto, e mais uma, e mais uma. Eu era orgulhoso demais para implorar, mas não podia fazer nada quanto às lágrimas. Eu não podia morrer ali. Eu tinha a faculdade, eu tinha uma vida inteira pela frente. Ali parado, esperando que o grandão me matasse, que a menina me fatiasse, que uma flecha me atravessasse, meu coração batia acelerado. Eu estava com medo. Muito medo.
E nesse medo eu estremeci quando ouvi o uivo. Alto forte, de alguém que estava sofrendo. Todos olharam por trás de mim. Padre Pedro abaixou a besta, seus olhos estavam assustados. A menina parou de murmurar. Olhei para trás também, e o que vi, foi uma das coisas mais fantásticas que já havia visto até aquele dia: os pelos caíram, depois os dentes, o corpo foi se tornando menos, cada vez menor. A besta enorme, em quem eu não tinha conseguido nem prestar atenção direito, se transformava novamente em um ser humano. Um jovem rapaz, talvez um pouco mais jovem do que eu, tremendo e babando, surgiu diante de mim. Ao meu lado, Hilário segurava as roupas, com os nós desfeitos. Sem esperar que fizéssemos mais nada ele jogou água sobre a testa do rapaz e começou a pronunciar em latim as palavras do exorcismo. Parecia fazer isso só por fazer, pois o rapaz não expressava a menor reação. Quando terminou, simplesmente colocou um crucifixo no pescoço do garoto. Olhou para mim, chegou perto e sussurrou:
–Eu e o seu avô estamos quites. Me escute da próxima vez.
E se virando para os outros, disse:
–O demônio está expulso. Vamos embora. Nosso trabalho terminou. Diógenes, você será excomungado.
–Nós devemos matar os herejes! Irmão Hilário, estes homens são uma ameaça para a Igreja!
–Não, irmão Lucas, irmão Pedro. Este homem chamado Diógenes não cometeu nenhum crime contra a Igreja... ainda. Será excomungado por desafiar nossos desígnios e executado se propagar novas idéias. Essa é a nossa lei.
–Mas o lobisomem deve morrer, irmão Hilário. Ele é a besta! Desta vez era Padre Pedro quem falava.
–Não. Ele é uma alma salva. Devemos orar por ele e conduzi-lo à nossa fé.
–Mas...
–Irmãos, o que vejo aqui é um questionamento às minhas palavras de fé? Ao meu exorcismo? Devo supor que o contato com o hereje os fez diferentes?
Ambos se calaram. A menina continuava olhando assustada. Eu sangrava, enxugava as lágrimas e olhava para o rapaz, quase morto, na minha frente. Isso antes de desmaiar e perder o final da discussão.
Acordei algum tempo depois, no hospital da universidade. Os cortes foram profundos, mas tão finos que apenas me fizeram sangrar. O garoto chamado Carlos, o Lobisomem, estava do meu lado, já acordado. Os cortes nele foram superficiais. Afinal, ele estava transformado. Eu ficaria bom em alguns dias, ele sairia no mesmo dia.
Antes que ele saísse, conversei com ele, disse o que havia acontecido e pedi para que me procurasse dali a alguns dias. Ele estava assustado, mas não admirado. De certa forma, ele sabia ser um lobisomem, pensou que iria parar se fosse para a cidade grande. Não deu certo. Agora ele era um ex lobisomem sem emprego.
Eu quando saí, fui levado direto ao gabinete do reitor. Perdi minha bolsa de estudos, fui expulso por uso de drogas e por licença médica fraudada. Não briguei, sabia que algo do tipo poderia acontecer. Tudo bem. A vida é assim. Eu não queria ir embora mas...
Dias depois a pensão do meu pai foi cortada. E menos de um mês depois, recebo um telegrama dizendo que eu herdava o apartamento, um carro desaparecido e livros que eu não sabia onde estavam.
Meu avô estava morto. Morreu de velhice. Tudo bem. As coisas são assim...
As coisas são assim...
Naquele dia eu entrei na zona, tomei um pileque e gastei o resto do meu dinheiro trepando com três garotas diferentes. Gritei, quebrei mesas. Desirée teve que me parar no tapa...
Toda a merda da revolta no único lugar onde talvez alguém se importasse.
A Igreja me deixou sem dinheiro, sem estudo, usaram um exame fraudado pra me taxar de drogado, avisou a Previdência que eu havia parado de estudar. E pra piorar, eu estava sozinho no mundo. Completamente sozinho.
Devagar, os amigos do meu avô foram aparecendo. Me levantando, me deram um emprego em um escritório. Eu passei a freqüentar a zona todos os dias, a dormir com as garotas que eu sabia que não ficariam. Cresci, rápido demais até.
E agora eu estou aqui, com uma taça de vinho na mão, olhando pro ar-condicionado e lembrando, lembrando...
Que merda...
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Asas abertas
Baby, que bom
Nunca te vi tão decidido assim.
Será que você
É capaz de amar alguém, afinal?
Que bom que eu posso te ver,
Finalmente aqui...
Beijos à todos neste final de ano. Que vocês possam amar de verdade, possam sentir de verdade e crescer.
Nunca te vi tão decidido assim.
Será que você
É capaz de amar alguém, afinal?
Que bom que eu posso te ver,
Finalmente aqui...
Beijos à todos neste final de ano. Que vocês possam amar de verdade, possam sentir de verdade e crescer.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Mensageiros (by Susannah)
Você insiste em fechar os seus olhos
Até quando seu coração será triste assim?
Enquanto você tem medo do mundo
Eles querem que você acorde
Eles querem te fazer sorrir.
Me lembro daquela época
Em que o inferno era nosso lar
Todos os caminhos estavam fechados
E nós não significávamos nada.
Você se lembra? Éramos nós contra o mundo.
E um dia eles vieram, descendo naquela estrela.
Eles vieram cantando e dançando.
Eles seguraram nossas mãos
E nos fizeram largar as armas.
Depois disso nós voamos juntos,
Depois disso nossas asas nasceram
E nós crescemos juntos.
Mesmo asism você ainda se lembra
Você se lembra de toda aquela dor.
Você constrói uma armadura negra
Para que nada possa te alcançar.
Você constrói armas poderosas
E espera por uma guerra que já acabou.
Ele nos abraça forte, para não temermos
Mas mesmo assim você fica desconfiado.
Você faz poemas sobre anjos,
Mas não deixa que eles te levem
Você não deixa que eles te guiem.
Venha conosco para o horizonte
Nós podemos voar nessa estrela
Ela não é cadente, é viajante.
Você é capaz de mudar?
Por favor, você é capaz de mudar?
Abra seu maior sorriso.
É difícil se lembrar como, mas você pode.
Quando estávamos no inferno
Você sempre me dava forças
Me deixe estar com você agora.
Juntos nós podemos esquecer o passado
Juntos nós podemosviver
Eles só esperam que você diga sim.
Então não tenha medo de mudar
Jogue fora suas roupas velhas
Abandone esses sonhos ruins
E venha ver o sol que nos ilumina.
Você não precisa voltar para aquele lugar
Apenas feche a porta e espere que ele desapareça.
Não faz mais sentido continuar sofrendo
Seus olhos são bonitos demais
Me deixe vê-los sorrir.
Então por quê...
Você insiste em fechar os seus olhos
Até quando seu coração será triste assim?
Enquanto você tem medo do mundo
Eles querem que você acorde
Eles querem te fazer sorrir.
Até quando seu coração será triste assim?
Enquanto você tem medo do mundo
Eles querem que você acorde
Eles querem te fazer sorrir.
Me lembro daquela época
Em que o inferno era nosso lar
Todos os caminhos estavam fechados
E nós não significávamos nada.
Você se lembra? Éramos nós contra o mundo.
E um dia eles vieram, descendo naquela estrela.
Eles vieram cantando e dançando.
Eles seguraram nossas mãos
E nos fizeram largar as armas.
Depois disso nós voamos juntos,
Depois disso nossas asas nasceram
E nós crescemos juntos.
Mesmo asism você ainda se lembra
Você se lembra de toda aquela dor.
Você constrói uma armadura negra
Para que nada possa te alcançar.
Você constrói armas poderosas
E espera por uma guerra que já acabou.
Ele nos abraça forte, para não temermos
Mas mesmo assim você fica desconfiado.
Você faz poemas sobre anjos,
Mas não deixa que eles te levem
Você não deixa que eles te guiem.
Venha conosco para o horizonte
Nós podemos voar nessa estrela
Ela não é cadente, é viajante.
Você é capaz de mudar?
Por favor, você é capaz de mudar?
Abra seu maior sorriso.
É difícil se lembrar como, mas você pode.
Quando estávamos no inferno
Você sempre me dava forças
Me deixe estar com você agora.
Juntos nós podemos esquecer o passado
Juntos nós podemosviver
Eles só esperam que você diga sim.
Então não tenha medo de mudar
Jogue fora suas roupas velhas
Abandone esses sonhos ruins
E venha ver o sol que nos ilumina.
Você não precisa voltar para aquele lugar
Apenas feche a porta e espere que ele desapareça.
Não faz mais sentido continuar sofrendo
Seus olhos são bonitos demais
Me deixe vê-los sorrir.
Então por quê...
Você insiste em fechar os seus olhos
Até quando seu coração será triste assim?
Enquanto você tem medo do mundo
Eles querem que você acorde
Eles querem te fazer sorrir.
sábado, 24 de dezembro de 2011
Esperança
Você acorda de manhã
E espera que o dia seja sombrio.
Seu coração palpita triste
E você espera encontrar tristeza.
Você pensa em todas as pessoas que ama
Esperando o dia em que elas partirão.
Você espera não amar
Mas é forte demais.
Você espera ser abandonado
E por isso fecha o seu corpo.
Você acorda de manhã
E espera que o dia seja sombrio.
Seu coração palpita triste
E você espera encontrar tristeza.
As pessoas dizem que te amam
E você espera que seja mentira.
Você tem medo de tudo
E espera que te traiam.
Elas te esperam com paciência,
E você espera não sentir nada.
Você acorda de manhã
E espera que o dia seja sombrio.
Seu coração palpita triste
E você espera encontrar tristeza.
Você abre a janela
E surge um sol inesperado.
Suportando as sombras do seu coração
Seus amigos te esperam.
Você tem medo de si mesmo
Mas eles te esperam sair.
Você acorda de manhã
E você não espera mais.
Seu coração feliz grita e chora
Por que você não está mais sozinho.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Decida-se (By Teo)
Querida,
Se você não me amar,
Vou pra casa das prima.
Não se indigne,
Quer maior prova de amor
Que ouvir Maurício Manieri?
Fui ao baile funk,
Agüentei a Popozuda,
Por você.
Torci pro meu time
Que já é capenga
Perder...
Por você...
Por você...
Por você...
Então,
Decida logo
Depressa.
Nesse ritmo
Fujo e encontro
Outra princesa.
E aí, fico triste,
Mas me esbaldo
Com a primeira
Meretriz...
Donzela em Perigo (by Suzannah)
Que tipo de mulher sou eu,
Que não sabe
Onde encontrar os caras certos?
Toda noite o meu coração suspira
Desafeto...
Sob o teto não vejo estrelas.
Sou sempre a donzela em perigo
Que não quer ser salva
Pelo primeiro...
Sou a Rainha de Castela
Que se entrega
Confundindo humildade
E desprezo.
O sol se fecha, onde eu estou
Agora?
Um passo de cada vez,
O sol vai sair esta manhã e eu
Vou fugir
Dessa escuridão, dessa solidão
Noturna.
Sou a gata
Que perde pro rato
Aquela que não sabe parar.
Todas as manhãs,
Deitada no quarto espero
Alguém para me acordar
Com um beijo.
Solidão...
Solidão...
Coração...
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