A espada reluzente
E espera complacente
A pancada da tormenta
Que esfria teu corpo
E te torna soturno
Noturno
Preso nas trevas
Das lembranças inócuas
Que te perseguem.
Caminha
Com o erro
Que já não é teu
E recebe a punição injusta
Do pecado alheio.
Arranca tuas asas
E deixa a tempestade
Te jogar pelo abismo
Enquanto as sombras
De toda a mentira
Te envolvem
Na falácia insegura
De todos os abraços.