Agora fenece ante teu perfume
E a dor perdida dos tempos negros
Parece se esconder sob as asas
Do homem que me tornei
Minha presença sombria
Minha invisibilidade crônica
Desabam diante do mundo que surge
Minas mãos tocam as suas
Eu não pertenço mais à escuridão
Das correntes que me arrastavam.
O céu nublado se esvai
Em uma torrente de estrelas do céu noturno
O que esse coração que bate acelerado quer dizer?
Meu olhos deixaram para trás
A sensação de maldição eterna
E eu cresço mais e mais.
As portas abertas desse meu coração
Despertam a flor que existe dentro de mim
E eu ressurjo não mais como o general
Como a ave de rapina no campo de batalha
Ressurjo como a alma redimida e apaixonada
Que deixou as trevas solitárias
Para alcançar a luz de um sorriso.
O teu sorriso...
Nenhum comentário:
Postar um comentário