Acordei mais uma vez na escuridão.
Sonhei mais uma vez que eu chorava...
Pensei na partida que não viria.
Será que haveriam despedidas
E lágrimas no dia
Em que eu não estivesse aqui?
Questiono a dignidade da dor
Questiono a fúria dos meus sentimentos.
Se eu chorar agora na noite escura
Quantos ouvirão?
Se eu partir de repente
Na partida de um coração
Quantos se perguntarão?
Se eu partir agora na noite escura
E tocar o abismo com minha mão,
Será que alguém impedirá
Meu retorno a maldição?
Sempre serei racional demais
Mesmo quando dói
Mesmo quando flui pro lado
Errado do lodo do rio.
Sempre serei o adulto final
Mesmo que isso arrebente
Os fios da minha sanidade.
Quem buscará
Meus restos mortais nas florestas
Do tempo que se esguia?
Quem me dará novamente
As asas de anjo que eu pedia?
Será que as portas se fecharão
Com mil chaves de depressão?
E será que serei então
Abandonado à própria sorte?...
Canto antigas canções rituais
E espero a fracionalidade
Do meu coração...
Do meu coração...
Do meu coração...
Três amigos escrevendo tolices. Até onde somos realmente tolos? Até onde podemos ir? Sem pensar demais, apenas alguns textos...
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quarta-feira, 9 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Saudade
Não toco teu corpo há tanto tempo
Que chego a desesperar...
No calor de mais um dia.
Sem tua nudez na minha nudez
Minha mudez põe meu desejo
A afugentar minhas bobagens indecentes.
Sinto tanta falta
Dos teus beijos mais profundos
Da conversa descompromissada
Dos despropósitos do fim de tarde.
Sinto falta dos gemidos
E do teu gozo tremido
A morder a minha boca.
Será que o amanhã demora a chegar?
Será que haverão noites
Suficientes pra saciar meu desejo?
E meu sangue ferve agora
Embora sinta que não há esperanças
Sonho feito uma criança
Em ter você e teu prazer
Aos pés da minha árvore de natal.
Quando eu for dormir
A cama ainda estará vazia.
Quando eu te toquei no dia aflito
Será que você também me quis?
Quando as luzes se apagarem
E vier a noite fria
A ventania me perguntará
Se dormes ou pensa em mim...
Que chego a desesperar...
No calor de mais um dia.
Sem tua nudez na minha nudez
Minha mudez põe meu desejo
A afugentar minhas bobagens indecentes.
Sinto tanta falta
Dos teus beijos mais profundos
Da conversa descompromissada
Dos despropósitos do fim de tarde.
Sinto falta dos gemidos
E do teu gozo tremido
A morder a minha boca.
Será que o amanhã demora a chegar?
Será que haverão noites
Suficientes pra saciar meu desejo?
E meu sangue ferve agora
Embora sinta que não há esperanças
Sonho feito uma criança
Em ter você e teu prazer
Aos pés da minha árvore de natal.
Quando eu for dormir
A cama ainda estará vazia.
Quando eu te toquei no dia aflito
Será que você também me quis?
Quando as luzes se apagarem
E vier a noite fria
A ventania me perguntará
Se dormes ou pensa em mim...
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