Nunca corrompi
Meu coração
Apesar da dor.
Nunca esqueci
O inferno que vi
Ou então, onde perdi
Aquelas asas
Que me deu, pra voar.
Sei, que escolhas erradas
Sei, que as dores passadas
Poderiam enlouquecer
Esse meu coração
Mas me mantive então
São, preso a um bem maior.
Nem sempre,
Quando sorri,
Foi de alegria.
Às vezes,
Muitas vezes,
Apenas escondi a dor.
Sei, que durante tempos
Meu maxilar doeu
Por eu fingir
Um sorriso
Que não era o meu.
Mas no fim,
Ao fim de tudo
Toda dor
Valeu a pena
Se não feri
Se não tornei-me
Digno
De piedade patética...

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